Agora, indo para seu terceiro ano, o projeto ficou ainda mais encorpado e ganhou uma boa inflada em alguns de seus prêmios. Duas das categorias “intocadas” pelos participantes nos últimos dois anos tiveram seu valor de resgate multiplicado por quatro ou cinco vezes – o que mostra que a Google não está brincando em serviço na hora de identificar falhas que possam dar controle total do Android a possíveis invasores.
A recompensa para exploits remotos que comprometam o TrustZone ou boot verificado, por exemplo, saltou de “meros” US$ 50 mil (R$ 162,5 mil) para sonoros US$ 200 mil (R$ 650 mil), enquanto a grana por uma brecha remota de kernel passou de US$ 30 mil (R$ 97,5 mil) para US$ 150 mil (R$ 487,5 mil). Embora possa parecer uma atitude nobre da Gigante das Buscas, vale notar que esses números devem ter sido pensados para lidar com o fato que muitos usuários acabam lucrando mais com essas falhas no submundo da web.