De onde veio a ideia

Certo dia, Brock McKeel, diretor sênior de operações da Walmart, viu de perto o uso da VR com a equipe de futebol americano da Universidade do Arkansas, a partir de um sistema desenvolvido pela empresa STRIVR. Fascinado pelos bons resultados, o executivo logo chamou Derek Belch, CEO da startup, para uma conversa.
A pequena companhia ampliou o foco, do nicho dos atletismo colegial e profissional, para o varejo e assim nasceu o primeiro piloto, em janeiro deste ano. Nesse tempo, ambos os grupos trabalharam em conjunto para chegar aos exercícios relevantes para o setor.
“Não fazemos nada que não justifique o uso da VR. Temos experiências que vão desde os cargos hierárquicos mais baixos até o gerenciamento das lojas”, comenta Belch.

Empresas gostaram

Ainda não há números precisos ou uma pesquisa detalhada sobre os resultados após esses testes, porém, muita gente já aprovou a iniciativa e já está em busca de experiências personalizadas para suas companhias.
Grupos de serviços financeiros e da área de veículos — Signia Venture Partners, BMW i Ventures, Advancit Capital e Presence Capital — vêm investindo em projetos semelhantes junto à STRIVR, que viu suas receitas aumentarem em US$ 10 milhões nos últimos dois anos. E a tendência é que essas cifras cresçam ainda mais com a chegada em massa de periféricos e propostas em VR e AR nas próximas temporadas.
O vídeo abaixo conta mais um pouco: